[DIY culinário] Cookie americano

Eu peguei essa receita com uma amiga porque tinha amado os cookies dela. Modéstia a parte, gostei ainda mais dos meus :P (acho que rola todo um lado sentimental de ‘eu que fiz’ hihi). A família toda comeu e acabou no mesmo dia! E o que custa compartilhar, né? Vale lembrar que cada mão vai fazer uma receita diferente porque cada um tem seu jeito, mas não é difícil acertar. Simbora?

Você vai precisar de:

– 125g de margarina sem sal em temperatura ambiente (a receita dizia manteiga, mas só achei com sal, então fui na margarina e deu certo)

– 1/2 de xícara de açúcar mascavo

– 3/4 de xícara de açúcar 

– 1 ovo

– 1 3/4 de xícara de farinha de trigo

– 1 colher de chá de fermento em pó

– 300g de chocolate meio amargo picado

– 1 colher de chá de essência de baunilha

– Acrescentar 1/4 de xícara de chocolate em pó caso queira fazer a massa de chocolate

– Papel manteiga

Peguem uma tigela grande, uma mega colher e chega mais:

– Misture a margarina, açúcar mascavo, açúcar, essência de baunilha (e o chocolate em pó, caso o seu cookie seja de chocolate)

– Bata o ovo num recipiente separado e vá misturando os poucos na massa

– Adicione a farinha também aos poucos. Misture bem.

– Misture o fermento até incorporá-lo.

– Finalmente, adicione o chocolate picado (você pode substituí-lo por castanhas, M&M’s, outro chocolate, etc. Só tome cuidado porque pode ficar doce demais)

– Forre uma bandeja com o papel manteiga, faça bolinhas e coloque elas bem separadas (o cookie espalha no forno). Olha como eu fiz:

Foto do Instagram | @cleosantiago

– Pré aqueça o forno e, depois, asse-os por 10 a 15 minutos, por volta dos 230°.

– Fique de olho! Cada forno tem uma potência diferente, então é bom checar. Tirei os meus quando o fundo começou a ficar douradinho. Em cima estava bem mole ainda, mas é assim mesmo. Desse jeito ele vai ficar bem macio!

Foto do Instagram | @cleosantiago

– Espere uns 10 minutos pra poder tirar da bandeja. Esse é o tempo necessário pro biscoito adquirir consistência e não desmontar!

Delícia pronta! Ficou melhor do que qualquer outro que eu tenha comido aqui no Brasil (desculpa, Starbucks e cia).

Se vocês testarem juram que me contam? Descobri essa semana que algumas fizeram os amanteigados, gostaram e não falaram nada, bobonas! haha

Beijos, beijos

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[DIY] Short dip dye

Essa semana fiz um dip dye e juro que dessa vez eu fiquei orgulhosa do meu desempenho, gente! Acho que porque esses shortinhos parecem ser bem mais difíceis de fazer do que realmente são. Ficamos babando horas a fio por eles na internet quando, na verdade, poderíamos estar colocando a mão na massa para ter um na gaveta. Foi exatamente assim que eu pensei quando catei um jeans aqui pra customizar, afinal, não custava nada, né? (Mentira, custou uns R$15,00, mas quem vai achar um short desses por menos?). Simbora?

O short escolhido foi esse jeans cinza da Aquamar de cintura alta:

Depois de escolher o shortinho que iria pro abate, comecei a ‘destruí-lo’:

Primeiro, marquei – baseada em outro short – aonde eu achava que iria cortar. É sempre bom cortar um pouco maior porque dá pra diminuir, mas aumentar é mais complicado! Depois disso, fui desfiando a barra do short com a ajuda de uma pinça, deixando esses fios brancos do jeans todos pra fora. Como eu queria um visual bem detonado, fiz rasgos na frente inteira e, pra fazer isso, testei milhões de jeitos. O melhor é fazer um corte horizontal do tamanho que você quiser e depois lixar com uma lixa de parede (das mais fininhas), assim o buraco não fica de um tamanho absurdo – tipo o anormal que eu fiz num dos lados dele, vocês verão. Lixe também algumas outras partes do short, como o cós, bolsos, etc.

Como ele era bem escuro, tive que descolorir. Testei usar o Tiracor da Guarany, mas não fez nem cosquinha no tecido, então mergulhei foi na água sanitária mesmo. Acho que deixei por uns 40 min, não sei ao certo, o melhor é ir olhando de tempo em tempo, quando ele estiver do jeito que você quer, é só tirar do balde e dar uma lavada em água corrente. Ah, a cor abre mais rápido se o balde estiver no sol.

Preparei o tingimento lilás – foi por causa dele que eu demorei séculos, só encontrei pra vender no Centro – e mergulhei a metade de cima nele. Não deixei o tempo que eles mandam, porque segurar durante meia hora o short no fogão não é legal, eu garanto. Mergulhava, deixava um tempinho e olhava. Quando a cor me agradou eu tirei do fogo e lavei o excesso, tomando cuidado pra não cair muito na parte que ainda estava ‘branca’.

Com o pigmento turquesa fiz exatamente a mesma coisa só que, quando gostei da cor, peguei uma escova de dente (velha, mas lavada, pelo amor de Deus) e dei uma escovadinha na transição das duas cores, pra ficar mais sombreado. Depois coloquei no Fixacor, tomando cuidado pra não deitar uma cor sobre a outra no balde. Vai que passa, né?

Hoje finalmente o shortinho estava seco – demorou uns dois dias – e eu fui pregar umas tachinhas. É a parte mais trabalhosa, viu? Pra colocar, é só espetar e fechar essas perninhas com um alicate, tesoura, ou qualquer coisa dura pra não machucar a mão. Como comprei essas redondinhas, deixar tudo alinhado é beeem chato, haja paciência! Tanto que, preciso ser sincera, estou postando o short inacabado aqui. As tachinhas continuarão até o final do bolso haha

O resultado final! Rolaram algumas manchinhas e tem um baita rasgadão aqui do lado direito, mas nada que afete a beleza dele, na minha opinião. Acho que essas imperfeições combinam com o estilo do short.

UPDATE: agora sim, ele prontinho e já desgastado pelo uso :)

shortdipdye

E então, gostaram? Quero ver vocês tentando, hein!

Beijos, beijos

[DIY] Short com spikes

Esse projeto tá rolando há um tempão aqui em casa e agora finalmente está pronto! o/ Sei que pra prender spikes e tachinhas ‘normais’ em shorts não tem mistério nenhum e vocês devem estar até estranhando o post, então deixa eu explicar.

Vi vários shortinhos na internet com spikes imponentes e nada me tirava da cabeça que eu queria um exatamente assim. Fui no Centro da cidade e só encontrei rebites (aqueles que amassam pra prender) bem pequenos e os que tinham buraquinhos pra costurar eram MUITO caros. Até que eu vi um lindo, maravilhoso, relativamente barato (100 unidades custaram uns R$30 e pouco), mas tinha um probleminha: era de pressão e precisava de máquina pra prender. Pensei, pensei e resolvi levar pra ver se o que eu imaginei daria certo. DEU :D Como eu sei que tem muita carioca com o mesmo problema que eu, vou explicar meu método haha

Primeiro eu marquei mais ou menos aonde eu queria colocar os spikes com um lápis, depois peguei uma tesoura com ponta e fiz furinhos pra eles ficarem bem acomodadinhos.

Usei ‘Araldite 90 minutos’ – uma cola que serve pra grudar basicamente tudo; ela vem em dois tubinhos e você tem que misturá-los em partes iguais – na parte de trás do spike, aonde ele fica em contato com o tecido. Basta colocar no buraquinho que a gente fez antes e dar uma apertada. A cola é molinha e não age instantaneamente, então é importante tomar cuidado pra manter o spike em contato com o jeans.

Exatamente pra conseguir deixar todos quietinhos enquanto a cola fazia efeito, eu colei metade num dia e a outra metade no dia seguinte. Depois de umas 2h de secagem da segunda parte, comecei a colar a bundinha dos spikes. Coloquei Araldite no pininho que fica aparecendo no avesso do tecido e no buraco dessa peça redondinha que vem para cada spike. Dei umas marteladinhas pra entrar um pouco e deixei secar.

Prontinho, trabalhos completos :) Não é exatamente o jeito mais fácil de enfeitar um short, mas, se você é uma louca fissurada como eu, vale a pena por esses spikes LINDOS!

E, meninas, eu sei que ando um pouco sumida, mas a vida anda corrida. Não briguem comigo!

Beijos

[DIY] Maxi tricô de poás

Olá, meninas, tudo bem? Confesso que eu não sei nem se posso chamar o post de hoje de DIY porque acho que essa tag deve ser usada pra coisas fáceis. E não é que seja difícil, mas esse exigiu MUITA paciência de mim. Fica como inspiração :)

O maxi tricô tinha sido da minha avó, mas ele já estava ficando feinho. O branco meio amarelado, alguns fios soltando e eu quase não usava mais. Resolvi, então, pegar umas bolinhas ouro-velho que tinham aqui em casa e enlouquecer bordando ele todo, fazendo um padrão de polka dots mesmo.

A primeira foto é das costas do casaco, pra vocês verem como ele era.

Fui bordando tudo me guiando pelas linhas do tricô pra ficar, pelo menos aparentemente, simétrico. Como nas mangas isso foi muito mais difícil, marquei primeiro com canetinha onde as bolas ficariam pra, só depois disso, aplicá-las.

Não ficou aquela coisa profissa, mas eu achei bem lindo! Estou até torcendo pelo frio agora haha

Separei algumas fotos de peças com aplicações, que podem ser pedrarias, paetês, etc – postei de pérolas pra puxar saco do meu casaquinho haha. O céu é o limite, só basta criatividade, paciência e tempo.

Fotos: Reprodução / Edição: Cléo Santiago

Fotos: Reprodução / Edição: Cléo Santiago

Ah, separei também um vídeo que explica bem como se faz a aplicação, pra quem não sabe. A gente dá uma adaptada de peça pra peça, mas é basicamente isso:

E aí, vamos renovar o armário?

Beijos

[DIY culinário] Biscoitos amanteigados

Só queria deixar claro que não estou chamando ‘receita’ de ‘DIY’ porque sou besta não, mas porque eu tinha que adequar minimamente ao blog, sem ter que criar outra categoria, etc, etc, etc. Quem acompanha a página viu a foto dos biscoitinhos ontem e ficou com água na boca, né? Só pra vocês sofrerem mais um pouquinho:

Juro que é super fácil e, provavelmente, você vai ter todos os ingredientes em casa. Já pegou o caderninho? Abriu o bloco de notas do celular ou computador? Então vamos lá!

Você vai precisar de:

– 400g (3 1/2 xícaras) de farinha de trigo

– 125g ( um pouquinho menos que uma xícara) de açúcar

– 300g(3 tabletes) de margarina sem sal, daquelas de culinária, sabe?

Agora, gatinha, é hora de tirar anéis, pulseiras e desapegar do esmalte:

– Amasse muito bem todos os ingredientes até formar uma massa homogênea;

– Dê forma. Acho mais fácil simplesmente pegar uma quantidade que você ache legal pra um biscoitinho e amassar ou fazer bolinha. Eu usei um cortador redondo porque queria um padrão, mas logo aviso que a massa é molinha, o que complica tudo!

– Coloque em fogo baixo até que o fundo fique douradinho, aqui em casa durou uns 15 min. Faz assim, escolhe um biscoito pra cristo e, a partir de 10min de forno, fique de olho nele. Com um garfo, veja se ele já está soltando da travessa, se já estiver, espete ele. Ele só não pode estar mole demais, mas vai sair do forno branquinho em cima e dourado embaixo (vide foto). Se você deixar ele dourar completamente, vai ficar duro!

Essa é a receita da massa amanteigada, a partir daí, você pode incrementar do jeito que quiser! No primeiro teste, coloquei um pedaço de goiabada no forno junto com os biscoitos e ficou cozida demais, acho que seria melhor pôr no meio do tempo. Dessa vez, fiz uma caixa de casadinhos pro meu namorado com os docinhos que ele mais gosta: beijinho, brigadeiros branco e preto. Cozinhei bem os doces pra ficarem durinhos, assei os biscoitos, depois de tudo frio eu fiz um belo sanduíche. Ficou uma delícia, todo mundo que comeu aprovou! Com doce de leite também deve ser maravilhoso, né?

Enfim, acho que é uma massa bem curinga que  vai bem com qualquer complemento doce. Só recomendo colocar mais açúcar e um pouco de essência de baunilha, caso você queira o biscoito sozinho ou pode ficar um pouco sem graça.

Hmmmmmm :9

Espero que vocês gostem, meninas. Recomendo demais essa minha segunda tentativa, hein. Façam e me digam o que acharam ;)

Beijos

 

 

 

 

 

[DIY] Arrematando jeans sem firulas

Quando se corta uma peça em jeans a barra fica certinha na hora, mas com o tempo vai desfiando e, se você não parar esse processo de alguma forma, ela vai acabar beeeem detonada, com fios grandes de tecido pendurados, etc. As vezes nós queremos esse efeito bem podrinho e até forçamos pra que ele aconteça mais rápido, mas em algumas situações a finalização é essencial. Esse era o caso do meu shortinho azul, se eu o deixasse sem arremate ia acabar perdendo o efeito ondulado que me conquistou.

O post de hoje é mais um update do DIY do scalloped short que um tópico novo. Vocês lembram que eu disse que experimentaria base de unhas para finalizar tudo? Pois bem, usei e deu certo!

Ok, não foi exatamente uma base, mas um extra brilho da AH!

 

Eu sei que o ideal mesmo era costurar uma linha de segurança na barra inteirinha para não desfazer, mas quem disse que eu tenho essa habilidade? Já imaginou ficar fazendo semicírculos eternos na máquina de costura? Jesus! Quando eu comentei sobre isso, me recomendaram usar cola pra tecido transparente, porque a leitosa poderia deixar o short com manchinhas brancas. Procurei até no infinito e não achei a tal cola, então resolvi recorrer a dica que eu tinha visto em alguma canto na internet. Já deixou cair esmalte na sua roupa ou lençol? Conseguiu tirar? Exatamente!

 

Imaginei que o extra brilho marcaria a roupa, por isso virei o short do avesso e fui à luta. Contornei toda a barra com o pincel do próprio esmalte, um pouco acima da linha que já tinha desfiado. (Se for fazer em casa, não encharque o pincel, porque pode acabar passando para o ‘lado certo’ do short.) Gostei do resultado! Senti que segurou mesmo o tecido e o deixou ligeiramente durinho, o que foi bom pra evitar que algumas ondas fiquem virando pra fora. Recomendo!

Se alguma de vocês testarem, me digam o que aconteceu!

Beijos, tenham um ótimo final de semana :)

[DIY] Cap Toe

O cap toe é, basicamente, um sapato que tem a biqueira diferente do resto, seja na textura ou na cor. Foi criado por Coco Chanel nos anos 1950 (sabem aquela  sapatilha bicolor clássica?), mas vem reaparecendo há umas duas temporadas.

Quando descobri aquela história de pintar sapatos com esmalte logo surgiu a vontade de fazer uma biqueira amarela nesse scarpin. Tá, eu sei que ‘um scarpin preto sempre é um scarpin preto’, mas esse não é o básico ideal simplesmente por não ser tão confortável, então era o candidato perfeito para minha experiência. Antes de tudo, achei importante descobrir como o material dele se comportava com esmalte e acetona, porque, né, não morro de amores mas também não queria perder o sapato. Fiz o teste na lateral interna dele porque não apareceria caso desse errado. Teste feito, tudo certo: mãos na massa!

Primeiro, limpei o sapato com álcool e um paninho pra tirar qualquer sujeirinha que pudesse estar grudada:

Sapatinho devidamente limpo!

Depois delimitei a área que eu ia pintar com fita crepe, tomando cuidado pra ficar igual dos dois lados e bem grudadinha para o esmalte não ‘sangrar’. Peguei um pincel macio de tamanho médio – o pincel do próprio esmalte pode marcar! -, esmalte branco normal (não pode ser de secagem rápida) e um potinho seco e limpo pra despejá-lo. É importante fazer essa base branca ou você corre o risco de ficar com um amarelo todo manchado no final.

Momentos de tensão!

Aviso logo que a primeira camada de branco foi triste, ficou marcado e eu pensei que fosse dar tudo errado. Se acontecer com você, não desanime! Passei a segunda camada, tomando cuidado pra ir sempre em um sentido só. Não ficou mil maravilhas não, mas a melhora foi de uns 200%. Esperei secar bem (é rapidinho) e comecei a passar o amarelo também em uma única direção.

Bem de perto, com todos os defeitos / Depois de uma camada de amarelo

Gente, o amarelo fez milagre! Com uma camada já estava bem legal, então depois eu só fui cobrindo uns defeitinhos que passaram batidos na primeira olhada (como o cantinho da junção da sola com o bico que ainda estava preta). Tirei a fita crepe logo assim que acabei de pintar, porque fiquei com medo do esmalte repuxar se secasse. O único probleminha que eu tive foi que uns pedacinhos da fita ficaram colados no sapato, mas foi fácil de resolver, só esperei secar um pouquinho e tirei com a unha mesmo haha

Apaixonei!

Adoreeeei o resultado! Como o esmalte forma uma película, o bico perdeu a textura do sapato e ficou com cara de biqueira mesmo, daquelas que vem de fábrica! Antes que alguém pergunte, eu poderia ter usado tinta couro pra ter o mesmo efeito, mas preferi o esmalte por dois motivos: é muito mais fácil achar cores legais de esmalte e eu posso não querer um sapato preto com a ponta amarela pra sempre, né!? Sempre existe a vantagem de poder tirar se eu enjoar! Quanto à durabilidade eu não posso dar nenhuma opinião ainda, mas vou tentar usá-lo o mais rápido possível e contar o que aconteceu ;)

nhom nhom nhom

Modéstia a parte, eu AMEI! O que vocês acharam?

Beijos e um ótimo final de semana!

Unha do dia + 3° e 4° dia de workshop

Com a vida corrida, a unha acabou sendo da semana mesmo, né? Só tive tempo de fazer ontem de madrugada! Mas tudo bem, tá valendo a pena :)

O esmalte de hoje é um marrom metalizado da Jubby chamado Hera, que arrematei porque a cor é bem diferente de todos os meus outros vidrinhos. Nunca tinha comprado nada da marca porque era desconhecida, puro preconceito! Ao contrário de muitos metalizados, o pincel não ficou marcando minha unha loucamente, só resta testar a duração agora – se bem que fiquei o dia todo mexendo em tecidos, tachinhas, lixa, etc e não lascou! Captar a cor real em foto foi um pouco complicado, mas cheguei perto:

O tom mais próximo ao real é o da segunda foto ( ele só é um pouco mais escuro)

 

Continuando a saga do workshop, ontem e hoje tivemos aula de mudança de formato e texturas, respectivamente. A burra aqui esqueceu completamente a bolsa com roupas para serem cortadas ontem e acabou trabalhando mais um pouquinho na blusa Galaxy (dá um trabalhinho, viu!?)

A ministranda Maria Ignez (uma fofa) mostrando a técnica / Uma prévia do que está virando a minha blusa!

A tarde, tivemos uma conversa super legal sobre a abertura de uma marca com a Chloe, uma das donas da ‘Que isso, querida!’. Ela dividiu com a gente todos os perrengues do início de uma grife e deixou bem claro que nada foi fácil ou glamouroso como normalmente imaginam.

A aula de superfícies foi a mais divertida de todas! Lembra do short que tava virando um ombré jeans? Hoje começou a ser desgastado (caaaaansa, deixei pra terminar em casa) e ‘tachado’. Ainda vou destruir um pouquinho mais nessa perna rasgada e colocar algumas tachas maiores no bolso de trás que eu soltei. Só pra constar, o short era uma calça jeans reta, escura e sem graça que meu namorado não usava (e nem cabia mais nele hehe). (Vocês querem um DIY desse desgaste de jeans?)

Uma perna não está mais curta do que a outra, não. Esqueci de desdobrar pra tirar a foto #amadora

Depois da oficina de customização, o figurinista Samuel Abrantes nos deu uma palestra sobre poesia têxtil. Ele tem várias teorias e processos muito interessantes de construção de figurinos e, hoje, pediu que fizéssemos uma composição com os retalhos de tecido que tínhamos em sala. Misturei cor, renda e estampas diferentes. Deu um medinho de início, mas até que eu curti o resultado.

Pirei haha

Amanhã é o último dia e teremos aula com acessórios o/ Aguardem!

Beijos, meninas

[DIY] Colete vermelho

Vou ser sincera a respeito desse DIY: na realidade, eu queria um colete jeans – e estava sem dinheiro pra comprar um #universitariodadepressao – daí resolvi  dar meu jeito, como de costume.

Pois bem,  o modelo de colete que eu mais gosto é aquele quadrado, com carinha de jaqueta cortada, sabe? Pois esse foi exatamente o meu raciocínio e lá fui eu atrás de uma jaqueta jeans sem uso no armário. Como eu imaginava, lá só tinha as minhas queridinhas que eu não cortaria de jeito nenhum, ainda mais não tendo certeza do resultado. Mas, pra minha felicidade, achei uma jaqueta branca que estava encostada há séculos. Encarei a cor como uma tela em branco (aloka) e resolvi arriscar.

Comecei simplesmente cortando as mangas na costura com o ombro. Vesti, resolvi que queria ele mais curtinho que a jaqueta original, marquei com alfinetes e cortei uns 2cm abaixo do comprimento desejado (a gente precisa desse tecido sobrando pra costurar a barra!), mais ou menos assim:

Foto: Reprodução / Esqueci de tirar fotos dessa etapa, sorry!

Depois de tudo devidamente cortado e costurado, o colete ficou desse jeito:

Colete cortado e costurado!

Como eu já disse aqui, vi essa peça como uma tela em branco e agora faltavam as cores! Pensei em várias, queria algo que pudesse render muitas combinações  e, por isso, cheguei a cogitar o preto. Mas por que não ousar mais um pouco, nem que seja só um pouquinho? Afinal, o quão fácil é achar por aí um colete vermelho pra vender? A graça do DIY é essa, não?

Comprei um corante daqueles solúveis em água fervente chamado Guarany e o fixador da mesma marca(cerca de R$2,00 cada um). Não vou explicar como tingir aqui, senão o post vai ficar giga, mas lá embaixo eu coloco um link. (Use roupas velhas e/ou pretas e uma luva, é melhor pra não correr o risco de manchar suas roupas ou mãos). Fotos do processo:

Sempre mexendo a tintura/ Hemorragia na hora de enxaguar/ Banho de fixador/ Secar do lado contrário, à sombra

Querem saber como ficou!? TCHANANÃÃM:

Orgulhosa do meu primeiro tingimento :3

Sou marinheira de primeira viagem e ele ficou direitinho, não é nem um pouco difícil, minha gente! Depois eu posto sobre como usar coletes, apesar de não ter mistério nenhum, ok!?

Olha aqui o link que explica o que a caixinha não fala sobre a tintura:

http://oficinadeestilo.com.br/blog/2010/10/07/como-tingir-roupas-em-casa/

Beijos

DIY: pulseiras velhas, visual novo

Vi circulando pela blogosfera essa história de pintar com esmalte neon peças de strass e resolvi experimentar porque acho super legal renovar peças que estão esquecidas e sem uso. Confesso que cheguei a pensar em pintar minhas pulseiras com um amarelão marca-texto, mas preferi ser mais clássica e, sinceramente, fiquei bem feliz com o resultado! Tenho usado bastante minhas criações (haha)

É beeeeeeem fácil, na verdade, e nem precisa de muita habilidade. Só precisa de:

– Peças de strass ( nem precisa ser branco, viu? O esmalte cobre qualquer cor!)

– O esmalte da cor que você quiser

– Acetona, algodão e um palitinho (só em caso de você fazer besteira)

– Recomendo que você coloque um pano pra forrar, só não fiz isso porque sou muito hardcore rs

Esmaltes Top Beauty – Ultimate 3D prateado, Impala – Na mira 3D e Preto, Risqué – Chão de estrelas e Tubinho, Colorama – Prateado

Basicamente o que eu fiz foi pensar em um padrão que eu gostasse e colocar as aulas de pintura da pré-escola em prática! Também vale lembrar pras mais desastradas tomarem cuidado pra não enfiar o dedão e borrar, porque né, é esmalte! As bichinhas ficaram assim, ó:

Nessa eu usei o Preto e o Na mira 3D, criando esse padrãozinho

Aqui foram usados o Chão de estrelas, Na mira 3D, Prateado, Tubinho + Ultimate 3D (desculpem a qualidade da foto!)

O mais legal disso, além das infinitas possibilidades, é que quando você cansar pode tirar com acetona e começar tudo de novo! Ótima pedida pra alimentar nosso pulseirismo, não acham?

Beijos